O que é
A aberrometria, ou análise de frente de onda, compara a luz que atravessa o olho com uma frente de onda ideal. Mede erros refrativos comuns e aberrações ópticas mais complexas.
Para que serve
Pode complementar o planejamento de cirurgia refrativa personalizada e investigar queixas de qualidade visual que não são totalmente explicadas pela refração convencional.
Principais indicações
- Avaliação pré-operatória em protocolos de cirurgia refrativa.
- Planejamento de tratamento guiado por frente de onda quando aplicável.
- Investigação de halos e glare em casos selecionados.
- Avaliação após cirurgia refrativa.
- Estudo óptico em córneas irregulares.
As indicações acima são referências gerais e não constituem diagnóstico ou recomendação individual.
Como é realizado
- O paciente fixa um alvo no aberrômetro.
- O aparelho mede distorções ópticas.
- Geralmente não há contato nem anestesia.
- Tamanho pupilar influencia o resultado.
- Várias medidas podem ser feitas para verificar consistência.
Duração aproximada
A aquisição isolada costuma levar poucos minutos; avaliação refrativa completa é mais longa.
O tempo real pode variar conforme o caso, a técnica, necessidade de repetição, anestesia, dilatação e fluxo do serviço.
Preparo
Não costuma haver jejum. Lentes de contato podem alterar medidas; suspensão temporária pode ser orientada. Não interrompa medicamentos sem indicação.
Depois do procedimento
Não costuma haver restrições após exame isolado. Dilatação ou cicloplegia, se usadas, podem alterar temporariamente a visão.
Riscos e efeitos esperados
Efeitos temporários ou desconfortos comuns: Cansaço de fixação e variação com olho seco ou acomodação podem ocorrer.
Sinais que justificam contato com a equipe médica: Dor ou perda visual não são efeitos esperados.
Complicações possíveis: Não costuma haver complicações; filme lacrimal, pupila, acomodação e opacidades podem alterar a medida.
Contraindicações e limitações
Baixa fixação, opacidades e olho seco não controlado reduzem confiabilidade. Aberrometria não substitui refração e exame clínico.
A decisão de realizar, adiar ou substituir o exame ou procedimento depende de avaliação médica individual.
Aviso ao paciente
Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui avaliação médica. Indicação, preparo, técnica, riscos e recuperação podem variar conforme o quadro clínico e a orientação do oftalmologista.
Perguntas frequentes
O procedimento dói?
Normalmente não há contato com a superfície ocular.
O paciente apenas fixa um alvo.
Precisa dilatar a pupila?
Nem sempre. Diferentes protocolos utilizam diferentes condições pupilares.
A equipe informará se houver dilatação ou cicloplegia.
Precisa de anestesia ou jejum?
Em geral não há anestesia nem jejum.
Outros exames pré-operatórios podem ter orientações próprias.
É necessário acompanhante?
Normalmente não.
Se houver dilatação e dificuldade para dirigir, acompanhante pode ser útil.
Posso dirigir depois?
Sem colírios que alterem a visão, em geral sim.
Com dilatação, aguarde recuperação.
O resultado fica pronto no mesmo dia ou quando percebo o efeito?
Os mapas são gerados rapidamente.
A interpretação final depende do médico e do fluxo do IOTL.
Preciso ficar sem lentes de contato?
Pode ser necessário, principalmente em avaliação refrativa pré-operatória.
O intervalo depende do tipo de lente; confirme com o IOTL.
O exame é coberto por convênio?
A cobertura varia entre planos.
Consulte o IOTL e a operadora.
