O que é
Na catarata, o cristalino perde transparência. A cirurgia remove esse cristalino e implanta uma lente intraocular, frequentemente por facoemulsificação.
Para que serve
Busca melhorar visão prejudicada pela catarata. O potencial depende também da retina, nervo óptico, córnea e outras estruturas.
Principais indicações
- Catarata que limita atividades ou qualidade visual.
- Dificuldade para dirigir, ler ou trabalhar atribuída à catarata.
- Catarata que dificulta avaliar/tratar outra doença ocular.
- Outras indicações específicas definidas pelo oftalmologista.
As indicações acima são referências gerais e não constituem diagnóstico ou recomendação individual.
Como é realizado
- Exame e biometria pré-operatórios.
- Anestesia tópica/local, com ou sem sedação, conforme caso.
- Pequenas incisões e remoção do cristalino, frequentemente por facoemulsificação.
- Implante de lente intraocular.
- Sutura apenas quando necessária.
Duração aproximada
O ato cirúrgico costuma ser relativamente curto, mas a permanência inclui admissão, preparo, anestesia e observação; casos complexos levam mais tempo.
O tempo real pode variar conforme o caso, a técnica, necessidade de repetição, anestesia, dilatação e fluxo do serviço.
Preparo
O serviço orienta jejum, colírios, higiene e medicamentos. Anticoagulantes e antidiabéticos não devem ser suspensos por conta própria. Organize acompanhante.
Depois do procedimento
A visão pode ficar embaçada inicialmente e melhorar gradualmente. Colírios, proteção e restrições seguem prescrição. Retornos monitoram pressão, inflamação e lente.
Riscos e efeitos esperados
Efeitos temporários ou desconfortos comuns: Ardor leve, lacrimejamento, sensação de corpo estranho e fotofobia podem ocorrer.
Sinais que justificam contato com a equipe médica: Dor forte, piora súbita, secreção, vermelhidão crescente, flashes, muitas moscas volantes ou sombra no campo exigem contato urgente.
Complicações possíveis: Infecção, inflamação, pressão alterada, edema corneano/macular, problemas da lente, ruptura capsular, descolamento de retina e opacificação posterior da cápsula são possíveis.
Contraindicações e limitações
Infecção/inflamação ativa ou condição clínica de risco pode adiar cirurgia. Doenças de retina, córnea ou nervo podem limitar recuperação.
A decisão de realizar, adiar ou substituir o exame ou procedimento depende de avaliação médica individual.
Aviso ao paciente
Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui avaliação médica. Indicação, preparo, técnica, riscos e recuperação podem variar conforme o quadro clínico e a orientação do oftalmologista.
Perguntas frequentes
O procedimento dói?
A cirurgia é feita com anestesia; pode haver percepção de luz e pressão.
Dor importante durante ou depois deve ser informada.
Precisa dilatar a pupila?
A pupila costuma ser dilatada antes da cirurgia.
Casos de baixa dilatação podem exigir medidas adicionais.
Precisa de anestesia ou jejum?
Jejum depende de sedação/anestesia.
O IOTL deve orientar medicamentos e período de jejum.
É necessário acompanhante?
É comum ser obrigatório ou fortemente recomendado para alta.
Confirme a regra do IOTL.
Posso dirigir depois?
Não dirija no dia da cirurgia.
A liberação depende da recuperação visual e avaliação.
O resultado fica pronto no mesmo dia ou quando percebo o efeito?
A visão pode melhorar nos primeiros dias, mas estabilização varia.
O resultado não é garantido e depende de outras estruturas oculares.
Quando posso voltar ao trabalho?
Depende do tipo de trabalho e evolução.
Atividade física, poeira ou risco de trauma podem exigir afastamento maior.
Vou precisar de óculos depois?
Pode ser necessário por grau residual, visão de perto ou características da lente.
O objetivo refrativo deve ser discutido antes.
A cirurgia é coberta por convênio?
Cobertura e tipo de lente seguem regras contratuais e regulatórias.
Confirme com IOTL e operadora.
