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Cirurgia

Correção de Entrópio e Ectrópio

Cirurgia para corrigir pálpebra virada para dentro, no entrópio, ou para fora, no ectrópio, restaurando posição palpebral e proteção da superfície ocular.

O que é

No entrópio, a margem gira para dentro e cílios podem tocar o olho. No ectrópio, a margem se afasta, favorecendo exposição e alteração da drenagem lacrimal.

Para que serve

Busca reposicionar a pálpebra e reduzir irritação, lacrimejamento, ressecamento e risco de lesão corneana.

Principais indicações

  • Entrópio com cílios tocando o olho.
  • Ectrópio com exposição ou lacrimejamento.
  • Lesão corneana relacionada à posição.
  • Alteração do ponto lacrimal.
  • Falha de medidas conservadoras.
As indicações acima são referências gerais e não constituem diagnóstico ou recomendação individual.

Como é realizado

  1. Avaliação de frouxidão e cicatrização.
  2. Muitos casos usam anestesia local com ou sem sedação.
  3. Reposicionamento/encurtamento/reforço de estruturas.
  4. Casos cicatriciais podem exigir enxerto.
  5. Suturas conforme técnica.

Duração aproximada

Fontes hospitalares descrevem cerca de 30–45 minutos para correções simples; enxertos e casos complexos podem levar mais.

O tempo real pode variar conforme o caso, a técnica, necessidade de repetição, anestesia, dilatação e fluxo do serviço.

Preparo

Jejum depende de sedação. Informe anticoagulantes e não suspenda sem orientação. Evite maquiagem conforme instrução.

Depois do procedimento

Hematoma, inchaço e visão borrada por pomada são comuns. Compressas e medicação seguem prescrição.

Riscos e efeitos esperados

Efeitos temporários ou desconfortos comuns: Edema, equimose, lacrimejamento e tensão são comuns no início.

Sinais que justificam contato com a equipe médica: Dor crescente, perda visual, sangramento persistente, secreção ou dificuldade importante de fechar o olho exigem contato.

Complicações possíveis: Infecção, sangramento, cicatriz, assimetria, recorrência, correção excessiva/insuficiente e necessidade de nova cirurgia são possíveis.

Contraindicações e limitações

Infecção ativa e doenças descompensadas podem adiar. Paralisia facial e cicatriz importante podem exigir técnicas adicionais.

A decisão de realizar, adiar ou substituir o exame ou procedimento depende de avaliação médica individual.

Aviso ao paciente

Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui avaliação médica. Indicação, preparo, técnica, riscos e recuperação podem variar conforme o quadro clínico e a orientação do oftalmologista.

Perguntas frequentes

O procedimento dói?

Anestesia local é frequente; a aplicação pode incomodar brevemente.

Depois predominam inchaço e sensibilidade.

Precisa dilatar a pupila?

Não é necessária para a cirurgia palpebral.

Pode ser usada por outra indicação.

Precisa de anestesia ou jejum?

Jejum pode ser necessário com sedação.

O IOTL deve informar o protocolo.

É necessário acompanhante?

Frequentemente recomendado, principalmente com sedação.

Confirme com o serviço.

Posso dirigir depois?

Não dirija com visão borrada, curativo ou após sedação.

Aguarde liberação.

O resultado fica pronto no mesmo dia ou quando percebo o efeito?

A posição melhora com a cirurgia, mas o edema altera a aparência inicial.

Recorrência ou necessidade de ajuste são possíveis.

Quanto tempo demora?

Correções simples são descritas em torno de 30–45 minutos por hospitais universitários.

Casos com enxerto ou cicatriz podem ser mais longos.

O procedimento é coberto por convênio?

A cobertura depende da indicação funcional e operadora.

Confirme com IOTL e operadora.

Fontes médicas consultadas

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