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Cirurgia

Correção de Ptose Palpebral

Cirurgia para elevar pálpebra superior caída quando a ptose interfere na função visual ou possui indicação reconstrutiva ou estética selecionada. A técnica depende da causa e função muscular.

O que é

Ptose é posição baixa da pálpebra superior e pode ser congênita ou adquirida. A avaliação mede função do levantador e investiga causas neurológicas ou musculares quando necessário.

Para que serve

Busca elevar a pálpebra, melhorar campo visual e obter simetria possível sem comprometer fechamento e proteção da córnea.

Principais indicações

  • Redução do campo visual superior.
  • Interferência em leitura/direção.
  • Ptose congênita com indicação funcional.
  • Ptose adquirida após investigação.
  • Correção estética selecionada.
As indicações acima são referências gerais e não constituem diagnóstico ou recomendação individual.

Como é realizado

  1. Medição de posição e função do levantador.
  2. Investigação da causa quando indicada.
  3. Anestesia local com sedação em muitos adultos ou outra modalidade.
  4. Avanço/reinserção do levantador, abordagem interna ou suspensão frontal conforme caso.
  5. A técnica depende da função muscular.

Duração aproximada

Varia conforme técnica, um ou dois olhos e procedimentos associados.

O tempo real pode variar conforme o caso, a técnica, necessidade de repetição, anestesia, dilatação e fluxo do serviço.

Preparo

Revisão de medicamentos e condições clínicas. Jejum/acompanhante dependem da anestesia. Não suspenda anticoagulantes sem orientação.

Depois do procedimento

Edema, hematoma, fechamento incompleto temporário e assimetria inicial podem ocorrer. Lubrificação pode ser necessária.

Riscos e efeitos esperados

Efeitos temporários ou desconfortos comuns: Edema, equimose, tensão e olho seco podem ocorrer.

Sinais que justificam contato com a equipe médica: Dor intensa, queda visual, sangramento importante ou incapacidade relevante de fechar o olho requerem avaliação.

Complicações possíveis: Subcorreção, hipercorreção, assimetria, alteração de contorno, exposição corneana, olho seco, sangramento e infecção são possíveis.

Contraindicações e limitações

Causa neurológica/muscular não esclarecida pode exigir investigação antes. Superfície ocular comprometida pode mudar ou adiar técnica.

A decisão de realizar, adiar ou substituir o exame ou procedimento depende de avaliação médica individual.

Aviso ao paciente

Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui avaliação médica. Indicação, preparo, técnica, riscos e recuperação podem variar conforme o quadro clínico e a orientação do oftalmologista.

Perguntas frequentes

O procedimento dói?

A anestesia varia conforme técnica e paciente.

Depois pode haver sensibilidade e sensação de tensão.

Precisa dilatar a pupila?

Não é requisito da correção.

Pode ser feita no exame ocular por outra necessidade.

Precisa de anestesia ou jejum?

Jejum depende da sedação/anestesia.

Siga instruções do IOTL.

É necessário acompanhante?

Frequentemente recomendado ou exigido.

Confirme antes da cirurgia.

Posso dirigir depois?

Não dirija após sedação ou com visão borrada.

Aguarde orientação da equipe.

O resultado fica pronto no mesmo dia ou quando percebo o efeito?

A altura final é avaliada após edema/cicatrização.

Simetria perfeita não pode ser garantida.

Quando posso voltar ao trabalho?

Depende do inchaço, visão e atividade.

A aparência pode permanecer marcada por hematoma por algum tempo.

O procedimento é coberto por convênio?

Cobertura funcional depende de critérios e documentação.

Consulte IOTL e operadora.

Fontes médicas consultadas

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