O que é
Aqui, “Laser YAG” é interpretado como capsulotomia posterior. Após cirurgia de catarata, a cápsula que sustenta a lente pode se opacificar; o laser cria uma abertura central sem incisão.
Nota de terminologia: confirmar se “Laser YAG” no IOTL significa capsulotomia posterior ou também inclui iridotomia.
Para que serve
Busca liberar o eixo visual quando a opacificação posterior é a causa relevante dos sintomas. Outras doenças oculares podem limitar melhora.
Principais indicações
- Opacificação posterior da cápsula com redução visual.
- Ofuscamento ou perda de contraste atribuídos à cápsula.
- Dificuldade para examinar/tratar fundo por cápsula opaca.
- Outras indicações confirmadas pelo oftalmologista.
As indicações acima são referências gerais e não constituem diagnóstico ou recomendação individual.
Como é realizado
- Confirmação diagnóstica.
- Dilatação e colírios conforme protocolo.
- Paciente sentado no laser semelhante a lâmpada de fenda.
- Pode ser usada lente de contato após anestésico.
- Pulsos abrem a cápsula.
- Pressão pode ser verificada depois em pacientes selecionados.
Duração aproximada
A aplicação costuma durar minutos; atendimento total inclui dilatação e avaliações.
O tempo real pode variar conforme o caso, a técnica, necessidade de repetição, anestesia, dilatação e fluxo do serviço.
Preparo
Há pouco preparo específico em muitos serviços. Use medicamentos conforme prescrição e informe glaucoma/inflamação/doença retiniana. Planeje transporte se houver dilatação.
Depois do procedimento
Pode haver embaçamento por dilatação e moscas volantes. A melhora visual pode aparecer após efeito dos colírios diminuir, mas varia.
Riscos e efeitos esperados
Efeitos temporários ou desconfortos comuns: Fotofobia, embaçamento e novas moscas volantes podem ocorrer temporariamente.
Sinais que justificam contato com a equipe médica: Flashes, aumento súbito de moscas volantes, sombra/cortina, dor importante ou piora visual exigem contato rápido.
Complicações possíveis: Aumento da pressão, inflamação, edema macular, dano à lente intraocular e descolamento de retina são possíveis.
Contraindicações e limitações
Inflamação ativa, opacidade corneana importante, baixa fixação ou certas condições de retina podem exigir adiamento/planejamento diferente.
A decisão de realizar, adiar ou substituir o exame ou procedimento depende de avaliação médica individual.
Aviso ao paciente
Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui avaliação médica. Indicação, preparo, técnica, riscos e recuperação podem variar conforme o quadro clínico e a orientação do oftalmologista.
Perguntas frequentes
O procedimento dói?
Geralmente usa colírios e não envolve incisão. Pode haver contato de lente e percepção de luz.
Dor importante não é efeito esperado.
Precisa dilatar a pupila?
Muitos protocolos dilatam a pupila.
Isso pode embaçar a visão por algumas horas.
Precisa de anestesia ou jejum?
Pode haver anestésico tópico se for usada lente de contato. Jejum geralmente não é necessário para o laser isolado.
Siga o protocolo do IOTL.
É necessário acompanhante?
A exigência varia; devido à dilatação, transporte alternativo pode ser prudente.
Confirme com IOTL.
Posso dirigir depois?
Evite dirigir enquanto a pupila estiver dilatada ou a visão borrada.
Retome somente quando estiver seguro.
O resultado fica pronto no mesmo dia ou quando percebo o efeito?
A abertura é criada durante o procedimento, mas a visão pode ficar borrada temporariamente.
A melhora depende também de retina, córnea e nervo óptico.
É uma nova cirurgia de catarata?
Não. A catarata já foi removida; o YAG trata a cápsula posterior opacificada.
O laser cria uma abertura nessa membrana.
O procedimento é coberto por convênio?
A cobertura depende da indicação e operadora.
Consulte IOTL e operadora.
